Sentada no banco da praça ela escreveu poemas, pensou mais sobre a vida, chorou e ouviu suas músicas preferidas.
Sorriu, deu o primeiro beijo, abraçou, fez carinho em um gato de rua, observou as pessoas que passavam por ali, fotografou a vida com a intenção de eternizá-la.
Teve a primeira briga, ficou com o coração partido, mas sentiu tudo o que se sente quando se está vivo.
Sempre deixou as lagrimas caírem, pois era a despedida da dor.Ela viveu, agora não mais.
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